quarta-feira, 2 de novembro de 2011

Único presidente do Brasil oriundo de Mato Grosso


Eurico Gaspar Dutra (Cuiabá, 18 de maio de 1883 — Rio de Janeiro, 11 de junho de 1974) foi um militar brasileiro e décimo sexto Presidente do Brasil e único presidente do Brasil oriundo do Mato Grosso.
Em 1902, Dutra ingressou na Escola Preparatória e Tática do Rio Pardo, no Rio Grande do Sul, e, depois, na Escola Militar de Realengo e na Escola de Guerra de Porto Alegre.
Em 1922 formou-se na Escola de Estado-Maior. Dutra não participou da Revolução de 1930, estando, na época, no Rio de Janeiro, tendo defendido a ambiguidade frente à Revolução de 1930.
Em 1935 comandou a repressão à Intentona Comunista nas cidades do Rio de Janeiro, Natal e Recife, uma das primeiras, da I Região Militar, durante o governo provisório de Getúlio Vargas, que o nomearia ministro da Guerra, atual Ministro da Defesa, em 5 de dezembro de 1936.
Nesse posto, cumpriu papel decisivo, junto com Getúlio Vargas e com o general Góis Monteiro, na conspiração e na instauração da ditadura do Estado Novo, em 10 de novembro de 1937. Permaneceu como ministro da Guerra até sair do cargo para disputar a eleição presidencial de 1945.
Após a Segunda Guerra Mundial, pregou a redemocratização do país. Sendo novamente expulso do ministério em 3 de agosto de 1945, e participando a seguir, embora não muito intensamente, da deposição de Getúlio Vargas em outubro de 1945. Paradoxalmente o líder deposto anunciou seu apoio à candidatura de Dutra à presidência da República nas eleições que se seguiriam.
Dutra candidatou-se pelo Partido Social Democrático (PSD), em coligação com o Partido Trabalhista Brasileiro (PTB), e venceu as eleições de 2 de dezembro de 1945, com 3.351.507 votos, superando Eduardo Gomes da União Democrática Nacional e Iedo Fiúza do Partido Comunista do Brasil. Para vice-presidente, a escolha recaiu sobre o político catarinense Nereu Ramos, também do PSD, eleito pela Assembleia Nacional Constituinte de 1946. (Quando Dutra foi eleito presidente, ainda estava em vigência a constituição de 1937, que não previa a figura do vice-presidente.

Saiu de Santo Antônio do Leverger para tornar-se Patrono das Comunicações


Candido Mariano da Silva Rondon, mais conhecido como Marechal Rondon (Santo Antônio do Leverger, 5 de maio de 1865 — Rio de Janeiro, 19 de janeiro de 1958), foi um militar e sertanista brasileiro.
De origem indígena por parte de seus bisavós maternos (Bororo e Terena) e bisavó paterna (Guará), Rondon tornou-se órfão precocemente, tendo sido criado pelo tio e, depois de sua morte, transferiu-se para o Rio de Janeiro para ingressar na Escola Militar: além dos estudos serem gratuitos, os alunos da escola recebiam - desde que assentassem praça - soldo de sargento.
Alistou-se no 3º Regimento de Artilharia a Cavalo em 1881. Dentre outros estudos,cursou Matemática e Ciências Físicas e Naturais da Escola Superior de Guerra.
Ainda estudante, teve participação nos movimentos abolicionista e republicano. Foi nomeado chefe do Distrito Telegráfico de Mato Grosso. Foi então designado para a Comissão de Construção da linha telegráfica que ligaria Mato Grosso e Goiás.
O governo republicano tinha preocupação com a região oeste do Brasil, muito isolada dos grandes centros e em regiões de fronteira. Assim decidiu melhorar as comunicações construindo linhas telegráficas para o Centro-Oeste.
Rondon cumpriu essa missão abrindo caminhos, desbravando terras, lançando linhas telegráficas, fazendo mapeamentos do terreno e principalmente estabelecendo relações cordiais com os índios.
Rondon quando jovem, desbravando os ignotos sertões da Amazônia brasileira.
Manteve contato com muitas tribos indígenas, entre elas os Bororo, Nhambiquara, Urupá, Jaru, Karipuna, Ariquemes, Boca Negra, Pacaás Novo, Macuporé, Guaraya, Macurape.
Em 1889 Rondon participou diretamente com Benjamim Contant das articulações que resultaram na criação da República brasileira.
Entre 1892 e 1898 ajudou a construir as linhas telegráficas de Mato Grosso a Goiás, entre Cuiabá e o Araguaia, e uma estrada ligando Cuiabá a Goiás.
Entre 1900 e 1906 dirigiu a construção de mais uma linha telegráfica, entre Cuiabá e Corumbá, alcançando as fronteiras de Paraguai e Bolívia.
Em 1906 encontrou as ruínas do Real Forte Príncipe da Beira, a maior relíquia histórica de Rondônia.
Em 1907, no posto de major do Corpo de Engenheiros Militares, foi nomeado chefe da comissão que deveria construir a linha telegráfica de Cuiabá a Santo Antonio do Madeira, a primeira a alcançar a região amazônica, e que foi denominada Comissão Rondon. Seus trabalhos desenvolveram-se de 1907 a 1915. Nesta mesma época estava sendo construída a ferrovia Madeira-Mamoré, que junto com o desbravamento e integração telegráfica de Rondon ajudaram a ocupar a região do atual estado de Rondônia.
Realizou expedições com a comissão Rondon, com o objetivo de explorar a região Amazônica. Em 1910 organizou e passou a dirigir o Serviço de Proteção aos Índios e de maio de 1913 a maio de 1914 realizou mais uma expedição, em conjunto com ex-presidente dos Estados Unidos da América, Theodore Roosevelt.
Em setembro de 1913, Rondon foi atingido por uma flecha envenenada dos índios Nhambiquaras. Sendo salvo pela bandoleira de couro de sua espingarda, ordenou a seus comandados, porém, que não reagissem e batessem em retirada, demonstrando seu princípio de penetrar no sertão somente com a paz.
Em 1914, com a Comissão Rondon, construiu 372 km de linhas e mais cinco estações telegráficas: Pimenta Bueno, Presidente Hermes, Presidente Pena (depois Vila de Rondônia e atual Ji-Paraná), Jaru e Ariquemes, na área do atual estado de Rondônia. Em 1º de janeiro de 1915, concluiu sua missão com a inauguração da estação telegráfica de Santo Antônio do Madeira.
De 1919 a 1924 foi diretor de Engenharia do Exército. Com a revolução de 1930, que destituiu Washington Luís e levou Getúlio Vargas ao poder, foi preso.
1958: Morte de Cândido Rondon, no Rio de Janeiro, aos 92 anos.

DANTE DE OLIVEIRA - O homem das Diretas Já

Fonte: Wikipédia
Dante Martins de Oliveira (Cuiabá, 6 de fevereiro de 1952 — Cuiabá, 6 de julho de 2006) foi um engenheiro civil e político brasileiro.
Natural do estado de Mato Grosso, ficou nacionalmente conhecido pela autoria de uma emenda constitucional que levou seu nome, propondo o restabelecimento das eleições diretas para presidente da república, num movimento que resultou na campanha das Diretas Já.
Ainda na universidade militou no MR–8. Disputou sua primeira eleição em 1976 quando perdeu a eleição para vereador em Cuiabá. Refeito do infortúnio foi eleito deputado estadual em 1978 e com a extinção do bipartidarismo filiou-se ao PMDB sendo eleito deputado federal em 1982 e nessa condição apresentou no ano seguinte uma emenda restabelecendo as eleições diretas para presidente que se realizariam em 15 de novembro de 1984 (“Diretas Já”).
Dante de Oliveira foi eleito prefeito de Cuiabá pelo PMDB, cargo do qual se afastou entre 28 de maio de 1986 e 2 de junho de 1987 quando foi ministro da Reforma Agrária do governo Sarney, e desse modo a capital mato-grossense foi administrada pelo vice-prefeito Estevão Torquato da Silva.
Findo seu mandato, ingressou no PDT e foi candidato a deputado federal em 1990, não conseguindo se eleger. Essa derrota foi revertida em 1992, quando foi eleito para o seu segundo mandato como prefeito de Cuiabá, cargo ao qual renunciou em 1994, meses antes de ser eleito governador de Mato Grosso. Após divergências com sua legenda, ingressou no PSDB e foi reeleito governador em 1998 e, ao deixar o cargo em 2002, perdeu a eleição para senador.
Em 2006 tencionava disputar mais um mandato de deputado federal, mas antes disso veio a falecer em Cuiabá vítima de uma pneumonia, num quadro agravado pelo diabetes.
Após sua morte, recebeu várias homenagens, inclusive a Avenida dos Trabalhadores hoje se chama Avenida Governador Dante Martins de Oliveira.

PSB: Briga entre Valtenir e Mauro


São campanhas muito parecidas. Na verdade, os políticos têm ideias e programas quase idênticos e, no geral, são plenos de lugares comuns. Nada mais. Não há debate. Projetos, nem pensar. Esta campanha eleitoral é um deserto de ideias, principalmente no que diz respeito a briga que vem sendo travada entre o deputado federal Valtenir Pereira e o empresário Mauro Mendes. Ora, pois, a política, nesta área chuvosa do planeta, tem se resumido aos acertos, ao varejo dos cabos eleitorais, à busca despudorada de apoios circunstanciais.
Não há grandes diferenças de estilo, se pode ver. Por conta disso, nos últimos dias, voltou a circular nos meios políticos nativos o exercício comparativo entre gato e cachorro. Diz ele: o gato é peludo e o cachorro também; o gato tem quatro patas e um rabo, o cachorro também tem; o gato e o cachorro têm uma cabeça com dentes e orelhas, mas o gato mia e o cachorro late. Conclusão: o gato é um cachorro relativo.
A distância entre a zoologia e a política que está sendo travado no PSB é às vezes bem pequena, embora os anirnais propriamente ditos não politiquem mais, tão próximos, e que tanta parecença têm com os nossos.
A julgar pelo que se pôde ouvir nos últimos dias, muitos dos desencontros atuais entre o deputado e o empresário têm como base aquilo que os norte-americanos chamam de wishful thinking, isto é, o vício do raciocínio que leva as pessoas a tomarem as suas próprias fantasias pela realidade, frequentemente com as melhores intenções do mundo.

Nova música de Amy Winehouse será lançada nesta quinta


  • A música é a primeiroa que será divulgada do álbum póstumo

  • Felipe Panfili/AgNews 

    Cantora Amy Winehouse terá álbum póstumo lançado ainda este ano



    One Day Will Come, nova faixa de Amy Winehouse, será lançada na próxima quinta-feira (3). As informações são do jornal The Sun. A música é a primeiroa que será divulgada do álbum póstumo intitulado como Amy Winehouse Lioness: Hidden Treasures.
    São 12 faixas gravadas pela cantora em diferentes fases da sua vida. As músicas foram selecionadas por Mark Ronson e Sallam Remi. "Foi uma tarefa difícil, mas ao mesmo tempo incrível. Amy era uma garota muito talentosa", disse Remi à publicação britânica.
    No CD haverá também uma versão da música Garota de Ipanema, de Tom Jobim e Vinícius de Moraes. O álbum completo será lançado em 5 de dezembro de 2011.

Fã tatua música de Justin Bieber na coxa para vencer concurso


  • A estudante Sarah Burgoyne, de 24 anos, passou três horas em um estúdio de tatuagem






  • Uma fã inglesa de Justin Bieber passou três horas em um estúdio de tatuagem eternizando os versos da primeira estrofe do hit “Baby” em sua coxa com o objetivo de ganhar um concurso, diz o jornal britânico Metro.

    A MTV local promoveu o concurso “What would you do for music?”, em que fãs davam demonstrações criativas de amor a figuras da música para ganhar acesso VIP ao European Music Awards, que acontece neste domingo (02).

    A estudante Sarah Burgoyne, de 24 anos, venceu com sua coxa tatuada, que é arrematada com uma tatuagem imitando a assinatura de Justin.
    "Poucos fãs de Justin Bieber são tão dedicados quanto eu, e minha tatuagem prova isso", declarou Sarah ao jornal.